1 de dez. de 2014

Doce Outono


Não sou homem para beber até cair em beco qualquer
Não sou homem para que julguem meu sofrimento como obra do mais puro amor
Vejam, meu sentimento é incrédula compostura. Um mimo!
Mas dói, como se fosse verdadeiro.
Mulheres!

Ora, eu, mulher
Ora, as mulheres
Já nascem sabendo amar
São como flores
Algumas nascem para desabrochar
e outras, para ver o mundo e murchar.

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